Amigo do peito

Mal utilizado, ele pode derrubar qualquer produção e ainda desfavorecer nosso corpo. Mas conhecendo suas propriedades, o sucesso de um look já está 50% garantido.

Se o melhor amigo do homem é o cão, o melhor amigo da mulher é seu sutiã (trocadilho infame mode on).

Sem contar que, além dos aspectos estéticos, o mal uso dos sutiãs contribui para a queda dos seios, marcas na pele, má circulação e problemas de postura - que causam dor nas costas e ombros. O importante na hora de escolher seu amigo é conhecer a si mesma, pois os modelos mais indicados a cada uma variam de acordo com a circunferência do tórax e o tamanho dos seios.

Usar sutiãs largos por serem "confortáveis" vai apenas lhe deixar sem sustentação, e comprá-los menores apenas contribuem para que as gordurinhas saltem e as imperfeições sejam enfatizadas. Além disso, as alças não devem estar nem folgadas e nem justas.

Saiba quais os tipos de sutiãs indicados para cada tipo de seio:



Pequenos
Aceita maior vesatilidade de modelos. Sutiãs com bolha ou bojo com aro valorizam o busto, as alças podem ser mais finas, e tomara-que-caia se adapta bem ao formato.






Fartos
Seios fartos precisam de sustentação, e os enchimentos são dispensáveis. Indica-se modelos com taça inteira e alças largas. Sutiãs no estilo nadador também favorecem seios fartos.






Caídos
Bojos de bolha interna são os mais indicados para dar um up. Já o tomara que caia deve passar longe!








Separados
Echimentos diagonal ( daqueles que começam do lado dos seios e descem) criam o efeito de "união" dos seios.


E aí, já tem um melhor amigo?

Flocado´s the new neon

Lembro que há alguns anos atrás as cartelas de esmaltes variavam entre tons de vermelho, rosa e branco; tinha o clássico preto para dias de rebeldia; e amarelo-ovo, verde-bandeira e azul-royal para anos de Copa do Mundo. Fine.

De uns 3 anos pra cá, começaram a aparecer milhões de marcas, cores e tipos, e os esmaltes tornaram-se tão indispensáveis quanto uma boa maquiagem ou salto alto.
Nisso, a indústria entrou em umas de lançar um produto mais mirabolante do que o outro, e tecnologia e efeitos especiais passaram a ser utilizados não só no cinema, mas também em nossas unhas!!!

O glitter, top de muitas wishlists no ano 2000, deu lugar aos holográficos, aos 3D (que não pegaram muito aqui no Brasil, né?) e às cores neon, que atingiram seu auge no último verão (todo ônibus que eu entrava, tinha alguém com unhas tão brilhantes que ofuscavam minha visão... hahaha... nada que eu mesma não usasse também, né?!).

Agora, minha aposta como hit desse inverno são os flocados.
Os esmaltes flocados na verdade são coberturas para serem usadas por cima de um outro esmalte - quanto mais escuros, mais destaque o flocado terá; elas são feitas com flocos (daí o nome) de alumínio que refletem a luz, de forma muito mais intensa do que o glitter comum.
Eles começaram a chegar no Brasil através de produtos importados, mas agora marcas populares por aqui também resolveram investir em todo esse brilho.


E aí? Vamos experimentar?


Xadrez


Quem nunca ficou morrendo de raiva quando o "must have" de uma estação era automaticamente descartado na seguinte? (Como as peças neon, que ninguém mais vê nas ruas depois que passou o verão) Aparentemente, isso não vai acontecer com o xadrez.


No verão 2010/2011, o que mais se via pessoas usando era xadrez: vestidos, camisas, bermudas, tênis, mochilas... Confesso que quando as semanas de moda do inverno começaram me deu aquele friozinho na barriga no estilo "E agora...?" Mas os desfiles só confirmaram que a tendência veio pra ficar (ao menos por um ano inteiro, né?) No último SPFW, as peças quadriculadas apareceram incontáveis vezes, com destaque por desfile da Colcci, que usou e abusou da estampa.



O fato é que nem todas as tendências lançadas na passarela de fato se tornam tendências na vida real. Mas acredito que desde que o grunge estava em alta, nunca se viu tanta gente utilizando esse tipo de toalha de mesa peça. Qualquer que seja seu estilo, é possível combinar com xadrez, e se inspirar nos looks que cada vez mais aparecem na mídia.



Cílios Postiços



Por mais que eu tentasse imitar as maquiagens lindas dos red carpets da vida, sempre tive a sensação que faltava alguma coisa... um toque Kim Kardashiano em meus olhos... hahaha Até que finalmente eu percebi que os grandes responsáveis pelo glamur das makes eram os cílios postiços.

Claro que eles nem sempre são apropriados: se você for à praia ou à padaria da esquina com cílios postiços, vai ser bem exagerado. Mas em situações mais refinadas, eles dão sim um destaque especial à produção.

Andei dando uma pesquisada em outros blogs a respeito, e descobri coisas bastante interessantes que eu nem fazia ideia:
- Em qualquer perfumaria vende, e os preços geralmente não ultrapassam R$10,00 (cuidado com a qualidade da cola nos que forem muito baratinhos!);
- Pode-se usar o mesmo cílio postiço de 3 a 5 vezes, contanto que eles sejam retirados com cuidado e que NÃO se passe rímel neles;
- Antes de colar, é interessante passar delineador preto rente aos cílios originais, pois se houver alguma lacuna entre eles e os cílios postiços, a maquiagem esconde;
- Aplicar com pinça e retirar sempre de fora pra dentro do olho.

Fiquei com bastante vontade de testar e ver se fica legal.
E vocês, o que acham?



Uma vida em palavras


Já disse aqui que adoro ler biografias. Depois que eu li a do Tim Maia (escrita pelo Nelson Motta, de quem eu sou fã), eu fiquei com bastante vontade de ler outras coisas a respeito do cenário musical brasileiro. Daí minha mãe cismou que queria comprar o livro do Lobão, 50 anos a mil, para nós duas lermos.

Sempre achei o cara um dos símbolos do rock nacional. Ponto. Meus pais ouviam bastante coisa dele quando eu era menor, mas eu nunca me interessei muito por ele. Acontece que minha mãe comprou o livro, e enquanto lia, ia me contando algumas passagens que me deixaram mais que curiosa. Resultado? Lá vou eu ler também!



Posso dizer que entrou pro meu ranking de favoritos. Longe de mim dizer que tudo o que ele fez é um bom exemplo a ser seguido, mas passei a admirar o cara. Ele é original, não teve medo de ser polêmico e nem de contar o que aconteceu, independente de como isso fosse fazer ele parecer.

O que é mais interessante nesse tipo de livro, além daquelas fofoquinhas de bastidores, é que a história da pessoa se mistura com a história da música nacional, que por sua vez, se mistura com o momento político que o país estava atravessando na época narrada. Durante a leitura, várias vezes fui atrás das músicas citadas (tem vários LPs na casa da minha vó!!!), e as ouço constantemente até hoje.

E a linguagem do livro é incrível. Todo o levantamento de mídia foi realizado pelo jornalista Cláudio Tognolli, mas os textos são do próprio Lobão. Quando se está lendo, a impressão que você tem é de que ele está ali, do seu lado, te contando a história. O Lobão conseguiu transpor as barreiras do papel e imprimir fielmente a forma como ele fala no livro.

Enfim... mais do que recomendado, não?


Ah, a próxima biografia que vou ler é a do Erasmo Carlos, que já está aqui em casa.

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